Comportamento / Saúde e Bem-Estar

4 costumes atuais que prejudicam a saúde

É interessante saber que a vida moderna trouxe muitas facilidades e mordomias, mas alguns hábitos atuais podem ser muito prejudiciais.

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Ficar muito tempo usando o computador

A luz emitida pelo monitor, assim como pela tela da TV, afeta a produção de melatonina, hormônio que induz ao sono. “Como o descanso noturno é essencial para restaurar a energia, dormir mal reduz a concentração, causando déficits de memória e alterações de humor, além de sonolência diurna”, diz a psicóloga Gema Galgani Duarte, da Unicamp, no interior de São Paulo.

O excesso de horas em frente à tela do computador também prejudica os olhos. “Eles ficam ressecados porque, quando estamos concentrados, piscamos com menor frequência”, esclarece a oftalmologista Rosana Pires da Cunha, da Universidade Federal de São Paulo. A luminosidade piora o quadro. A “síndrome da visão do usuário de computador” se caracteriza por fadiga visual, dificuldade de focar, visão embaçada, coceira e irritação.

O que fazer:

  • A cada hora de uso, faça uma breve pausa de cinco minutos: feche os olhos e espreguice, alongando a coluna.
  • Se o computador ficar no seu quarto, desligue o monior quando for dormir para não atrapalhar o sono.
  • Se você trabalha muito tempo diante da tela, deve usar colírio lubrificante com indicação médica.

Viver em locais fechados com ar condicionado

O shopping fica mais cheio em dias quentes e você já deve ter percebido isso, né? O ar condicionado é o melhor refúgio para aliviar o calor. Porém, segundo o alergologista Gustavo Graundez, da Faculdade de Medicina da USP, a baixa qualidade do ar em locais climatizados aumenta a ocorrência de problemas respiratórios em 30%. Muita gente também trabalha em locais fechados e com ar condicionado. Isso pode ser muito prejudicial!

A falta de limpeza dos aparelhos cria o ambiente ideal para a proliferação de fungos, ácaros e germes, o que causa dor de cabeça, congestão nasal, garganta irritada e baixa concentração.
Além disso, o aparelho – que retira umidade do ar – resseca o muco, prejudicando os alérgicos. Por isso, o ar condicionado contribui para a piora de gripes, resfriados, amigdalite, sinusite, bronquite, asma e pneumonia.

O que fazer: 

  • Em casa, não deixe o ar ligado o tempo todo e siga a recomendação de limpeza do fabricante.
  • Se sua mesa de trabalho for colada a uma saída de ar condicionado, tente mudar de lugar ou deixe um agasalho na gaveta para nunca passar frio.
  • Mantenha a temperatura entre 20 e 22 ºC.

Vício em celular

Existe um distúrbio chamado nomofobia (ou medo de ficar sem o celular). “O termo se aplica a dependentes de qualquer tecnologia que nos mantém conectados”, diz o psicólogo Cristiano de Abreu, do Hospital das Clínicas de São Paulo. E, pasme, a falta do aparelho pode ser mais estressante que terminar um namoro!

Os sintomas de que essa relação passou do limite são: preocupação excessiva com o celular e o costume de interromper tudo para responder à chamada. Ainda que você não exagere, o uso constante pode causar stress e atrapalhar a concentração. Isso sem contar os possíveis (e controversos) efeitos da radiação. Se por um lado os fabricantes garantem respeitar os limites estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde, por outro, os críticos argumentam que as consequências da nova tecnologia só serão conhecidas no futuro.

O que fazer:

  • Evite encostar o aparelho na cabeça. Prefira os fones de ouvido e viva voz.
  • Leve o aparelho na bolsa, não no bolso.
  • Não utilize o celular no elevador ou dentro do carro, pois a radiação tende a se concentrar. Nem fale com o sinal fraco.
  • Não durma com o celular perto de você.

Alimentos embalados em plástico

O hábito de congelar comida em potes de plástico e esquentá-la no micro-ondas pode fazer mal. Isso porque o composto bisfenol (ou BPA), usado na produção desse material, está sob suspeita. Em altas doses no corpo, age como o estrogênio e pode causar infertilidade, câncer de mama e danos ao fígado.

No Brasil, o composto é tolerado até o limite de 0,06 miligrama por quilo de peso corporal. No entanto, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia organizou uma campanha de conscientização. “Nosso princípio é a precaução, já que há evidências de que essas substâncias causam mal ao ser humano e ao meio ambiente, inclusive em baixa quantidade”, informa a vice-presidente da entidade, Marise Lazaretti Castro.

O que fazer: 

  • Prefira vasilhas de vidro ou cerâmica para esquentar as bebidas e os alimentos.
  • Lave os utensílios de plástico na mão e descarte os que estiverem lascados ou arranhados.

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Com informações de M de Mulher.






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