contraespionagem
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O que é contraespionagem?

A contraespionagem é considerada, muitas vezes, um serviço que no mundo real dificilmente seria necessário. No entanto, a demanda por essa tarefa tem crescido e exige profissionalismo e eficiência para entregar os resultados esperados.

A demanda pela contraespionagem tem relação com os crescentes casos de fraudes, competitividade desleal, vazamentos de dados, quebra de sigilo, entre outras ocorrências comuns no ambiente corporativo.

A seguir, saiba o que exatamente é a contraespionagem e como ela é realizada.

O que é contraespionagem?

A contraespionagem surgiu nas primeiras políticas e centros de espionagem internacionais. O termo refere-se à técnica investigativa pela qual se verifica se a empresa é vítima de espionagem por parte de um concorrente, empresário ou mesmo colaborador.

Com a crescente concorrência entre as empresas, tornou-se mais comum a busca de vantagens alcançadas deslealmente, como subornando um colaborador para passar informações privilegiadas sobre a operação que podem impactar o financeiro da empresa-alvo.

Esse tipo de situação pode desencadear danos irreversíveis ao negócio ao perder oportunidades de expansão, segredos de um novo produto ou mesmo informações sensíveis sobre clientes.

As situações que demandam a contraespionagem são frequentes, como roubo de relatórios de desempenho, dados da carteira de clientes, informações sobre um novo produto ou investimento, dados sobre a estratégia comercial entre outros.

Todas essas situações caracterizam-se como uma espionagem corporativa, demandando o serviço de contraespionagem para verificar a ocorrência, os responsáveis, os contratantes e assim poder minimizar os danos causados, além de levar os culpados à Justiça.

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Como essa investigação empresarial é realizada?

Existem diversas técnicas realizadas pelo detetive particular para conduzir uma investigação de contraespionagem, mas as soluções dependem das possibilidades identificadas no local a ser investigado.

Considerando as oportunidades investigativas, o detetive seleciona o aparato técnico e tecnológico que melhor atende a situação, como:

  • Escutas telefônicas, quando autorizado pela empresa responsável;
  • Câmeras fotográficas;
  • Softwares espiões;
  • Microfones;
  • Microcâmeras.

Com esses recursos disponíveis, a etapa seguinte é a de infiltração, na qual o detetive particular se passa por um colaborador ou cliente para ganhar a confiança das pessoas envolvidas e descobrir informações internas do esquema.

Também podem ser necessárias estratégias de contraespionagem adicionais, como seguir os responsáveis e registrar momentos suspeitos e interações com pessoas de outras empresas que podem pagar pelas informações.

Cada vez mais é necessário que o detetive particular tenha conhecimento tecnológico para investigações de contraespionagem. Não é incomum que dados sensíveis sejam enviados pela internet assim como toda a estruturação do esquema, com pagamentos em contas no exterior e toda a interação entre contratante e espião ocorrer por meios digitais.

A complexidade desses modelos de espionagem industrial demanda conhecimento amplo do investigador no que se refere aos recursos investigativos.

Além disso, é essencial que a investigação de contraespionagem seja sigilosa e discreta, para não levantar suspeitas entre os responsáveis que podem destruir provas do ocorrido, fugir ou fazer chantagens para ficarem livres das punições legais relacionadas a esse delito.

Portanto, no caso de suspeita de que a empresa é vítima de espionagem, ainda que não se conheça a origem dessa demanda, é fundamental contar com um detetive particular de confiança para realizar a investigação de contraespionagem.

Autor

Católico Apostólico Romano, Publicitário, funcionário público, ilustrador e blogueiro. Apreciador de quadrinhos, artes e tudo o que pode transformar vidas para melhor. Acredita que fé em Deus, conhecimento, troca de informações e experiências podem ajudar a construir um novo mundo.

Comments

2 de janeiro de 2020 at 19:49

Eu achei bem interessante a ideia de “estarmos” na frente do espião.



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